Business Operating System
Seu centro não precisa de mais um sistema de gestão. Precisa de um sistema operacional.
Durante trinta anos o software de empresas se dividiu em dois: um para a contabilidade e outro para os clientes. Entre esses dois ficou de fora a única coisa que acontece todos os dias: a operação. É isso que um B.O.S. resolve.
Três palavras, e cada uma importa
O negócio inteiro, não uma área. Do agendamento que entra às oito da manhã até o balanço de fim de ano, incluindo tudo o que acontece no meio: o atendimento, os insumos, o caixa, a equipe.
Opera-se, não se consulta. A diferença em relação a um sistema de gestão clássico é que o trabalho acontece aqui dentro: quem agenda, quem atende, quem recebe e quem compra estão todos trabalhando no mesmo lugar, no momento em que acontece.
Um só. Uma base de dados, um conjunto de permissões, um jeito de nomear as coisas. Não são oito aplicações sincronizando de madrugada e brigando por quem tem o dado bom.
Se o sistema não é aberto por todo mundo, todos os dias, não é o sistema operacional do negócio: é um arquivo onde alguém despeja o que já aconteceu.
A diferença concreta
ERP, CRM e B.O.S. lado a lado
Não é marketing: são três coisas distintas, pensadas para momentos distintos do negócio.
Para que nasceu
- ERP
- Administrar recursos e fechar a contabilidade
- CRM
- Organizar a relação comercial e o acompanhamento de contatos
- B.O.S.
- Fazer o negócio inteiro funcionar, todos os dias
Quem usa
- ERP
- Administração e contabilidade
- CRM
- O time comercial
- B.O.S.
- Recepção, profissionais, caixa, compras, pessoal e direção
Quando é aberto
- ERP
- No fechamento do mês
- CRM
- Quando há um contato a acompanhar
- B.O.S.
- Desde que a porta abre até o caixa fechar
Onde o dado vive
- ERP
- Na sua base; o resto importa e exporta
- CRM
- Na sua base, ligada por integrações
- B.O.S.
- Uma só base: o agendamento, o prontuário, a venda e o recebimento são o mesmo fio
O que sabe da operação
- ERP
- Nada: é digitado depois, à mão
- CRM
- O que antecede a venda; depois perde o rastro
- B.O.S.
- É a operação: o dado nasce onde acontece
Onde está a IA
- ERP
- Um módulo de relatórios, se houver
- CRM
- Sugestões sobre os contatos
- B.O.S.
- Lendo toda a operação enquanto ela acontece, em cada módulo
Se falta algo
- ERP
- Pede-se um desenvolvimento e espera-se
- CRM
- Soma-se mais um app e mais uma integração
- B.O.S.
- Ativa-se o módulo: já está construído e compartilha os dados
Como se implanta
- ERP
- Um projeto longo antes de poder usar
- CRM
- Rápido, mas resolve só uma ponta
- B.O.S.
- Por etapas: opera-se desde a primeira, o resto entra em marcha
Tudo o que um ERP faz, tudo o que um CRM faz e o dia a dia do seu centro. Em um só sistema.
Como se constrói
Os seis princípios de um B.O.S.
São as decisões de projeto que separam um sistema operacional de negócio de um pacote de programas que conversam entre si.
Uma só base de dados, não integrações
O agendamento, o prontuário, o procedimento, a nota e o recebimento são o mesmo fio de dados. Não há sincronização noturna nem dois números para explicar na reunião.
Todos os papéis dentro, cada um com o seu
As permissões chegam ao detalhe: cada pessoa faz exatamente o que lhe cabe, e o que vai além é solicitado e fica registrado.
O dado nasce onde acontece
Ninguém transcreve. O procedimento atendido gera a venda; a venda, o documento; o documento, o movimento de caixa. Digitar duas vezes é a definição de que o sistema não está integrado.
A inteligência é nativa, não um acessório
Os agentes leem a mesma operação que o resto do sistema: agenda, recebimentos, insumos, procedimentos. Por isso conseguem avisar antes, e por isso sabem dizer quando não podem medir algo em vez de inventar um número.
Configura-se, não se programa
Cada centro ajusta o sistema à sua especialidade, aos seus procedimentos e às suas regras: agendas, modelos de prontuário, permissões e tabelas de preço. Não é um desenvolvimento sob medida que se paga a cada mudança: é configuração.
Cresce com o centro, sem trocar de sistema
Do primeiro consultório a uma rede de filiais, é o mesmo sistema: ativam-se módulos, somam-se filiais e razões sociais, e tudo o que já foi registrado continua lá. Para crescer, nunca é preciso migrar.
Uma terça-feira qualquer
Como é um dia dentro de um B.O.S.
O mesmo fio de dados atravessando o centro inteiro e toda a equipe, sem que ninguém redigite nada.
- 07:30Controle de acessos
A equipe registra a entrada
Cada um marca sua chegada, e a direção já sabe quem está trabalhando e em que filial.
- 07:45Caixas
A recepção abre o caixa do dia
O fundo inicial fica registrado, e o caixa de ontem já está fechado e em ordem.
- 08:10Agenda
Entra um paciente sem agendamento
É encaixado em um horário livre em segundos, com o profissional e a duração certos.
- 09:00Atendimento
A profissional abre a consulta a partir do agendamento
Já tem o paciente, seus antecedentes e a última visita. Registra a consulta e anexa o exame sem sair da tela.
- 09:25Vendas
O procedimento atendido é cobrado
Sai o documento com o convênio do paciente já resolvido, e o recebimento entra no caixa do dia.
- 10:40Autorizações
Um desconto pede permissão
A recepção precisa dar um desconto maior do que tem permitido. O encarregado aprova pelo sistema e o paciente não espera.
- 11:30Estoque
Um insumo cai abaixo do mínimo
Os procedimentos da manhã foram usando. O aviso chega a tempo e a reposição fica pronta para pedir.
- 12:15Compras
Um fornecedor é pago
O pagamento sai, e a conta do fornecedor fica em dia com seu comprovante.
- 13:40Cartões
Cai a liquidação dos cartões
Cada real recebido no cartão encontra sua venda. O que falta fica à vista.
- 15:00Sky Intelligence
Um agente detecta algo estranho
A filial Norte vem com muito mais faltas que o habitual. O aviso chega antes de o mês fechar mal.
- 16:20Orçamentos
Um paciente aceita o tratamento
O orçamento da semana passada vira venda sem redigitar nada, e o acompanhamento já reflete isso.
- 17:45Lembretes
Saem os lembretes de amanhã
Cada paciente com agendamento recebe seu aviso, e quem confirma já aparece na agenda antes de a recepção chegar.
- 18:30Fechamento de caixa
Cada filial fecha o seu
Cada caixa bate com o que foi vendido no dia, e qualquer diferença fica clara.
- 19:00Painel
A direção lê o dia em uma tela
Agendamentos, comparecimento, faturado, recebido e o pendente por filial. Sem pedir relatório a ninguém e sem esperar o fechamento do mês.
Catorze momentos, a equipe inteira, um só sistema. Isso é um sistema operacional de negócio.
Como reconhecer um B.O.S. de verdade
Uma categoria nova merece uma definição clara. Estes são os quatro sinais de um verdadeiro sistema operacional de negócio.
A operação diária é o centro
O sistema é pensado para o dia, não para o fechamento: a agenda, o atendimento e o recebimento estão no coração dele, e a contabilidade sai sozinha daí.
Um só produto, uma só base
Tudo vive no mesmo lugar desde a origem. Sem integrações entre produtos, os números sempre batem.
A IA lê toda a operação
A inteligência está dentro de cada módulo e vê o mesmo que o resto do sistema. Por isso consegue avisar antes que algo aconteça.
Ajusta-se a cada centro e melhora para todos
Cada centro o configura sob medida sem programar, e cada melhoria do produto chega a todos os centros ao mesmo tempo.
Mostramos com a sua operação
Uma demo de quarenta minutos com seus procedimentos, sua agenda e o seu jeito de faturar. Se não servir, nós mesmos dizemos.